gratuito · cerca de 1 hora · online ou presencial

Antes de investir em IA, descubra onde ela resolve.

Uma conversa com quem constrói, não com vendedor. Você sai com os seus processos mapeados, uma recomendação do que atacar primeiro e a ordem de grandeza do esforço. Sem custo e sem compromisso.

Três perguntas que a conversa responde.

São as mesmas três que toda empresa faz antes de colocar dinheiro em tecnologia, e que quase nenhuma proposta responde direito.

Onde a IA dá retorno aqui dentro?

Nem todo processo compensa automatizar. A gente separa o que realmente devolve tempo ou dinheiro do que só daria trabalho.

Quanto custa e quanto tempo leva?

Uma ordem de grandeza honesta de esforço, prazo e infraestrutura, antes de existir qualquer proposta.

Por onde eu começo?

O primeiro projeto que prova valor rápido, sem depender de reorganizar a empresa inteira antes.

Por que tanto projeto de IA não sai do papel.

Nos casos que chegam até a gente, o problema quase nunca é o modelo. É uma destas quatro coisas, e todas dá para descobrir numa conversa.

O problema nunca foi definido

“Queremos usar IA” não é um problema. Sem saber o que melhora e como medir, não há como dizer se deu certo.

O dado não existe ou ninguém alcança

A informação está num sistema fechado, num papel ou na cabeça de alguém. Isso muda completamente o caminho.

O piloto impressiona e morre

Funciona na demonstração, com dados escolhidos a dedo. Na operação real, encontra o caso fora do padrão e para.

A ferramenta veio antes do problema

A decisão começou pela plataforma que alguém viu num evento, e não pelo gargalo que a empresa tem.

O que você leva da conversa.

Mesmo que a gente não trabalhe junto depois, você sai com uma leitura clara do seu próprio problema.

  1. 01

    Os processos candidatos, mapeados

    A lista do que na sua operação tem cara de automação, leitura de documento, assistente ou inspeção por imagem.

  2. 02

    O que atacar primeiro, e por quê

    A recomendação do primeiro projeto, escolhido pela relação entre impacto e dificuldade, não pelo que é mais bonito de mostrar.

  3. 03

    O que não vale a pena agora

    A parte que ninguém gosta de ouvir, mas que economiza dinheiro. Inclui quando uma ferramenta pronta já resolve.

  4. 04

    Ordem de grandeza de esforço e custo

    Semanas ou meses, hardware simples ou GPU, nuvem ou servidor próprio. Sem número fechado, mas sem enrolação.

  5. 05

    Um próximo passo claro

    Com ou sem a gente. Você sai da conversa sabendo o que fazer na segunda-feira.

Como funciona.

  1. 01

    Você chama

    Manda uma mensagem no WhatsApp com uma linha sobre o problema. A gente combina um horário que caiba na sua agenda.

  2. 02

    A conversa

    Cerca de uma hora, por vídeo ou presencial. Você mostra como o processo funciona hoje e a gente pergunta bastante.

  3. 03

    O encaminhamento

    Ainda na conversa você sai com a recomendação e o próximo passo. Se fizer sentido seguir junto, a gente combina uma proposta.

E se a gente seguir junto.

O diagnóstico não obriga a nada. Se fizer sentido continuar, existem três formatos de trabalho.

Escopo fechado

Projeto com entregas e prazo definidos. Indicado quando o problema já está claro e o resultado é mensurável.

Sob demanda

Blocos de horas para evoluções, integrações e ajustes pontuais, sem abrir um projeto novo a cada pedido.

Time dedicado

Gente da Witezak alocada no seu roadmap por um período, quando há frente contínua de produto para tocar.

Por que isso é gratuito?

Porque é assim que a gente descobre se dá para ajudar. Boa parte das conversas termina com a indicação de uma ferramenta pronta ou com um “não vale a pena agora”. A outra parte vira projeto. Nos dois casos a gente sai sabendo mais sobre o problema, e você também.

Perguntas frequentes.

Não achou a sua dúvida? Pergunte direto pra gente.

O diagnóstico é gratuito mesmo?

É. Você não paga nada e não assina nada. É a conversa que nos permite entender se dá para ajudar, e é assim que a gente prefere começar qualquer projeto.

Preciso preparar alguma coisa antes?

Não precisa preparar apresentação. Ajuda muito ter à mão exemplos reais do problema: uma planilha, alguns documentos, fotos do processo ou um print da tela que a equipe usa. Se não tiver nada disso, a conversa acontece do mesmo jeito.

Quem da minha equipe deveria participar?

Quem convive com o problema todos os dias, porque é quem sabe onde o processo trava, e alguém que possa decidir sobre prioridade e orçamento. Duas ou três pessoas costumam ser o número certo.

E se eu ainda não sei o que quero automatizar?

Tudo bem. Boa parte das conversas começa assim. A gente parte do que consome mais tempo ou gera mais erro na operação e chega junto ao que vale atacar primeiro.

É presencial ou online?

Normalmente online, por vídeo, o que resolve na maioria dos casos. Quando o problema é de chão de fábrica ou depende de ver a operação, a gente combina uma visita.

Tem uma hora essa semana? É tudo o que precisa para começar.

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